Se um sócio sair amanhã, vocês sabem o que acontece? E se um de vocês faltar? O acordo responde essas perguntas antes que elas cheguem até a sua casa. Para isso, a gente começa conversando com cada sócio separado.
Quero uma conversa de diagnósticoConduzido por advogados especializados em direito empresarial, com foco em acordo de sócios.

Antes do documento, a conversa.
O que precisa estar combinado
Toda sociedade passa por momentos que ninguém gosta de imaginar no dia da assinatura. Quando eles chegam, a pergunta não é se vai ter conversa difícil. É se ela vai acontecer com regra combinada ou sem nenhuma.
Nenhuma dessas conversas é confortável, por isso elas costumam ficar para depois. A gente conduz cada uma delas com você e com seus sócios, um de cada vez.
Na internet tem modelo de acordo de sócios de graça ou por menos de dez reais. Ele traz as cláusulas certas: saída, preferência na venda, avaliação das quotas, sucessão. O problema não é o que está escrito nele. É o que ficou de fora.
O modelo pergunta “qual o prazo de pagamento na saída de um sócio?” e deixa um espaço em branco. Quem preenche costuma ser o sócio mais rápido, na frente dos outros, sem que ninguém tenha dito o que pensa de verdade.
É por isso que a gente começa pelo contrário. Primeiro ouvimos cada sócio, separado. Ali aparece o que não se fala na reunião: quem acha que trabalha mais, quem pensa em sair daqui a três anos, quem tem medo de ver o cônjuge do outro virar sócio. Só depois disso a gente escreve. O acordo que sai daí não é o mais completo da internet. É o que serve para vocês.
Escuta individual
com cada sócio, separado.
Alinhamento
com todos, com confidencialidade.
Acordo
construído para a sua realidade.
Em que momento está
O acordo de sócios faz sentido em três momentos da sociedade. Se você se reconhece em um deles, vale a conversa.
01
Estamos começando
Um entra com o dinheiro, o outro com o trabalho. Ou os dois entram com tudo, mas cada um imagina uma coisa diferente para daqui a cinco anos. Esse é o momento mais barato e mais tranquilo para combinar as regras: ninguém está brigando e todo mundo quer que dê certo.
02
Já sentimos o atrito
A empresa cresceu e a divisão que funcionava no começo não funciona mais. Alguém se sente sobrecarregado, alguém quer retirar mais, alguém pensa em sair. Vocês ainda conversam, mas cada conversa fica mais difícil. Aqui o acordo organiza o que hoje é desconforto antes que vire ruptura.
03
Pensamos na família
Você já tem uma holding, está planejando a sucessão ou simplesmente quer saber o que acontece com a sua parte se faltar amanhã. A estrutura patrimonial protege os bens. O acordo protege a convivência entre quem fica: seus sócios, seus herdeiros e os herdeiros deles.
Se a conversa entre vocês já parou e o caminho virou o processo, o atendimento é outro. Falamos disso logo abaixo.
Do primeiro contato ao acordo assinado são de 15 a 30 dias úteis. O prazo depende de quantos sócios são e de quanto vocês já têm alinhado.
A gente lê o que já existe
Começamos pelo contrato social e por qualquer combinado que vocês já tenham por escrito. O objetivo é achar as lacunas: o que a lei decide por vocês hoje porque ninguém decidiu antes.
Conversamos com cada sócio, separado
Uma conversa individual, sem os outros na sala. É onde cada um fala do que espera, do que teme e do que nunca disse em voz alta.
Juntamos todo mundo
Na reunião conjunta, levamos os pontos em comum e os pontos de divergência, sem expor quem disse o quê. A conversa difícil acontece, mas com método e com alguém conduzindo.
Escrevemos e ajustamos
Vocês recebem a minuta, leem com calma e pedem os ajustes que fizerem sentido.
Entregamos a versão final
Com o acordo pronto para assinar e a orientação sobre registro, para que ele valha também perante terceiros quando for o caso.
Ficamos por perto
Durante 30 dias depois da entrega, vocês tiram com a gente as dúvidas que aparecerem na hora de colocar o acordo em prática.
Se você chegou aqui porque um sócio quer sair, porque alguém faleceu ou porque a confiança acabou, o primeiro passo não é escrever um acordo. É entender onde a situação está e qual caminho ainda está aberto.
Mediação entre sócios
Quando ainda existe disposição para conversar, mesmo que pouca, a gente conduz a negociação entre as partes. Cada lado é ouvido, os números são colocados na mesa e a decisão continua sendo de vocês. Em geral é mais rápido, mais barato e mais discreto do que um processo, e preserva o que dá para preservar da relação.
Falar sobre issoReestruturação societária
Quando a solução passa por mudar a sociedade, a gente organiza essa mudança: saída ou entrada de sócio, nova divisão de quotas, ajuste de quem administra, alteração do contrato social e o novo acordo que vai reger o que vem depois.
Falar sobre issoQuando não há mais acordo possível
Nem toda situação se resolve na conversa. Se o caminho for judicial, a mesma equipe que conhece o caso acompanha vocês, sem precisar começar tudo do zero com outro escritório.
Falar sobre issoConduzido por advogados especializados em direito empresarial, com foco em acordo de sócios.
Isso muda duas coisas na prática. A primeira é que cada cláusula é pensada com quem conhece o Código Civil, a dinâmica das sociedades limitadas e o que costuma ir parar no Judiciário quando falta regra.
A segunda é que a conversa com cada sócio acontece sob sigilo profissional. O que você diz na reunião individual não chega aos outros sem o seu consentimento.
Perguntas frequentes
A primeira conversa serve para entender a sociedade de vocês, o que já está combinado e o que ainda não está. Sem compromisso de contratar e sem precisar trazer os outros sócios agora.
Conduzido por advogados especializados em direito empresarial, com foco em acordo de sócios.